Em resumo
O projeto institui um protocolo nacional obrigatório para orientar como profissionais devem identificar e acolher humanamente pessoas em crise emocional aguda em espaços públicos e instituições. Estabelece princípios de dignidade, sigilo e prevenção à violência durante esses atendimentos, abrangendo escolas, hospitais, rodoviárias, presídios e órgãos públicos.
- Define emergências psicossociais (crises de ansiedade, pânico, surtos, risco de suicídio, episódios traumáticos) que devem ser reconhecidas e tratadas como situações clínicas, não como desobediência
- Abrange 8 tipos de instituições: escolas, universidades, hospitais, órgãos públicos, aeroportos/rodoviárias, presídios, centros de assistência social e espaços de grande circulação
- Autoriza instituições a capacitar profissionais, criar espaços seguros para estabilização inicial e encaminhar a pessoa para rede de saúde mental
- Obriga respeito a 8 princípios: dignidade, proteção integral, acolhimento humanizado, sigilo, não discriminação, prevenção à violência institucional e escuta qualificada
- Permite governo promover programas permanentes de formação e celebrar convênios com universidades e entidades de saúde mental
- Entra em vigor na data de publicação
Temas identificados por IA
prevenção ao suicídioviolência institucionalescuta psicológica qualificadacapacitação profissional em saúde mentalestigma e constrangimento em situações de crise
Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.