PL 2829/2026 — Dispõe sobre a instituição da Política Nacional de Inclusão Produtiva, Qualificação Profissional e Trabalho Decente nas Refinarias, Polos Petroquímicos e Indústrias Estratégicas, estabelece diretrizes para geração de empregos formais, contratação de jovens, mulheres em situação de violência doméstica e familiar, trabalhadores locais e profissionais egressos da educação profissional e tecnológica, condiciona benefícios, contratos e financiamentos públicos federais à adoção de planos de emprego e qualificação, fortalece a proteção trabalhista nas cadeias terceirizadas e dá outras providências.
Inclusão produtiva e emprego formal em indústrias estratégicas
Ementa oficial:Dispõe sobre a instituição da Política Nacional de Inclusão Produtiva, Qualificação Profissional e Trabalho Decente nas Refinarias, Polos Petroquímicos e Indústrias Estratégicas, estabelece diretrizes para geração de empregos formais, contratação de jovens, mulheres em situação de violência doméstica e familiar, trabalhadores locais e profissionais egressos da educação profissional e tecnológica, condiciona benefícios, contratos e financiamentos públicos federais à adoção de planos de emprego e qualificação, fortalece a proteção trabalhista nas cadeias terceirizadas e dá outras providências.
Status
—
Apresentada em
02/06/2026
Última votação
—
Tema
Administração Pública · Direitos Humanos e Minorias · Energia, Recursos Hídricos e Minerais · Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável · Trabalho e Emprego
Em resumo
A lei cria a Política Nacional "Energia que Emprega" para vincular contratos, incentivos e financiamentos federais em refinarias, polos petroquímicos e indústrias estratégicas à geração de empregos formais, qualificação profissional e inclusão social. Aplica-se a empresas que recebam contratos, incentivos fiscais, financiamentos ou benefícios da União, exigindo reserva de vagas para jovens (20%), mulheres em situação de violência (10%) e prioridade para trabalhadores locais e egressos de educação técnica, além de planos anuais de emprego e proteção contra precarização nas cadeias terceirizadas.
Reserva mínima de 20% de novas vagas para jovens de 18 a 29 anos em primeiro emprego formal
Reserva mínima de 10% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica, com sigilo e proteção
Prioridade para trabalhadores residentes na região do empreendimento e profissionais de cursos técnicos
Empresas devem apresentar Plano Anual de Emprego com estimativa de postos, estratégias de inclusão e programa de qualificação
Sanções por descumprimento: advertência, multa, suspensão de contratos, perda de benefícios e impedimento de contratar com governo
Criação do Selo 'Energia que Emprega' para reconhecer empresas com desempenho superior em emprego, inclusão e trabalho decente
Temas identificados por IA
inclusão produtivaqualificação técnica e profissionalcontratação localproteção de mulheres em situação de violênciaprimeiro emprego para jovensterceirização e integridade trabalhistadesenvolvimento regionalcondicionantes sociais em contratos públicos
Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.
Conexões com outras leis
Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.
CitaLei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018
CitaLei nº 14.542, de 2023
Relações extraídas por IA a partir do texto — podem conter imprecisões.