Aluguel temporário por plataformas é locação, não hospedagem
Ementa oficial:Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991 (Lei do Inquilinato) e a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008 (Lei Geral do Turismo), para estabelecer que locação por curta temporada, realizada por meio de plataformas digitais, é regulada pela Lei do Inquilinato e não se subordina à Lei Geral do Turismo.
Status
Aguardando Encaminhamento
Apresentada em
13/03/2026
Última votação
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Tema
Cidades e Desenvolvimento Urbano · Comunicações · Direito Civil e Processual Civil · Trabalho e Emprego · Turismo
Em resumo
O projeto de lei declara que o aluguel de imóveis por curta temporada via plataformas digitais (como Airbnb) é regulado pela Lei do Inquilinato e NÃO pela Lei Geral do Turismo. Isso evita que tais aluguéis sejam tributados como serviço de hospedagem e elimina a incidência de ISS sobre essas operações. A mudança afeta proprietários, plataformas e Municípios, que deixam de arrecadar ISS sobre esses aluguéis.
Aluguel de curta temporada por plataformas digitais passa a ser regulado exclusivamente pela Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1991), não pela Lei Geral do Turismo (Lei 11.771/2008).
Atividade não é considerada 'serviço de hospedagem' — portanto, não incide ISS (Imposto Sobre Serviços) sobre essas operações.
Preserva o direito do proprietário alugar seu imóvel por temporada via plataforma, salvo se a convenção do condomínio proibir expressamente.
Limita a proibição em condomínios: só é válida se inscrita na convenção do condomínio de forma explícita.
Reafirma que locação por temporada cobre prazo máximo de 90 dias e inclui imóveis mobiliados ou não.
Objetivo: resolver divergências jurídicas e aumentar segurança jurídica para plataformas e proprietários.
Temas identificados pela OlhoNaLei
Plataformas digitais de aluguelTributação de serviços (ISS)Conflito normativo entre legislação federal e municipalDireito de propriedade e liberdade econômicaSegurança jurídica e contratual
Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.
Possível pauta-bomba
Sinalização automática de risco fiscal — cria ou expande despesa, ou renuncia receita, sem fonte de custeio nomeada no texto. Não é uma afirmação categórica; confira a estimativa oficial de impacto orçamentário.
⚠️ Possível pauta-bomba
Análise do texto: Renuncia de receita: ao excluir aluguel por plataforma da Lei Geral do Turismo, evita-se a tributação como 'serviço de hospedagem', reduzindo arrecadação municipal de ISS sem apontar compensação orçamentária.
Conexões com outras leis
Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.