Ementa oficial:Estabelece a suspensão emergencial de financiamentos, contas de serviços, faturas de cartão de crédito, boletos, tarifas, taxas de juros, créditos ou empréstimos e quaisquer execuções ou cobranças de dívidas, enquanto perdurar o estado de calamidade pública, reconhecido pelo Congresso Nacional.
Status
Aguardando Parecer
Apresentada em
16/05/2024
Última votação
—
Tema
Defesa e Segurança · Economia
Em resumo
O projeto suspende temporariamente todas as dívidas de pessoas atingidas por calamidade pública reconhecida pelo Congresso Nacional, incluindo financiamentos, cartão de crédito, boletos e empréstimos. A suspensão dura enquanto perdurar a calamidade mais 120 dias (podendo ser estendida por mais 60 dias), com proibição de cobrança de juros e multas durante esse período. Também proíbe concessionárias de serviços essenciais de cortar água, energia, internet e telefonia.
Suspende todas as dívidas de pessoas atingidas enquanto perdurar a calamidade pública reconhecida pelo Congresso
Período de suspensão: duração da calamidade + 120 dias após término, extensível por mais 60 dias se houver comprovada impossibilidade de pagamento
Proíbe aplicação de juros, multas e penalidades durante a retomada dos pagamentos
Vedação de corte de serviços essenciais (água, energia, gás, telefonia, internet) por falta de pagamento
Governo estadual e federal devem renegociar dívidas de pessoas com poder público
Temas identificados pela OlhoNaLei
calamidades naturais e desastres climáticosproteção do devedor em situação de riscoserviços essenciais
Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.
Possível pauta-bomba
Sinalização automática de risco fiscal — cria ou expande despesa, ou renuncia receita, sem fonte de custeio nomeada no texto. Não é uma afirmação categórica; confira a estimativa oficial de impacto orçamentário.
⚠️ Possível pauta-bomba
Análise do texto: Cria obrigação para poder público de renegociar dívidas e para concessionárias de não cortar serviços, sem indicar como compensar prejuízos de credores e fornecedores.