OlhoNaLeiComo vota o Congresso Nacional?
InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
Câmara · Senado
InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
OlhoNaLei

Tornamos as decisões da Câmara e do Senado acessíveis e compreensíveis. A linguagem legislativa não deve afastar o cidadão de seus representantes.

Projeto independente de acompanhamento legislativo. Não é um serviço governamental: não tem vínculo com o governo, partidos, o Congresso Nacional ou qualquer órgão público. A curadoria, os resumos e as análises são de nossa responsabilidade e não representam posição oficial de nenhum poder.

InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
InstitucionalSobreMetodologiaFontes dos dadosDicionário legislativoContatoAlertas por e-mailPrivacidadeTermos de uso

Fonte: dados oficiais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, via seus portais de dados abertos. Este site não é afiliado a essas instituições.

© 2026 OlhoNaLei

  1. Início›
  2. Proposições›
  3. PL 3583/2026

PL 3583/2026 · Câmara dos Deputados

Cobertura obrigatória integral em planos de saúde privados

Ementa oficial:Dispõe sobre a obrigatoriedade de cobertura assistencial integral por especialidades médicas nos planos privados de assistência à saúde e estabelece sanções por negativa de acesso.

Status
Aguardando Designação de Relator(a)
Apresentada em
08/07/2026
Última votação
—
Tema
Direito e Defesa do Consumidor · Saúde

Em resumo

O projeto obriga planos de saúde privados a garantir cobertura efetiva em todas as especialidades médicas reconhecidas, com atendimento em tempo adequado e com médicos disponíveis em cada região. Penaliza operadoras que neguem acesso com multas, indenizações, suspensão da comercialização ou cassação da autorização de funcionamento, além de obrigar a operadora a custear atendimento fora da rede quando necessário.

  • Operadoras obrigadas a ter pelo menos um médico credenciado por especialidade em cada região de cobertura
  • Vedada a venda de planos sem cobertura efetiva em todas as especialidades; cobertura é considerada inexistente se não houver profissional disponível, prazo de atendimento irregular ou recusa injustificada
  • Quando não houver profissional credenciado, operadora deve garantir atendimento fora da rede, custeando integralmente o serviço e reembolsando em até 10 dias
  • Sanções incluem multa por ocorrência (dobrada em reincidência), indenização direta ao consumidor, suspensão de venda de novos planos e cassação da autorização de funcionamento
  • ANASA (Agência Nacional de Saúde Suplementar) fiscaliza cumprimento, estabelece prazos máximos de atendimento e divulga ranking público de operadoras
  • Prazo de 120 dias para adequação das operadoras às novas regras

Temas identificados pela OlhoNaLei

Regulação de planos de saúde suplementarDireitos do beneficiário em saúde privadaSanções administrativas a operadoras de saúdeTransparência e divulgação de informações sobre redes credenciadas

Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.

Possível pauta-bomba

Sinalização automática de risco fiscal — cria ou expande despesa, ou renuncia receita, sem fonte de custeio nomeada no texto. Não é uma afirmação categórica; confira a estimativa oficial de impacto orçamentário.

⚠️ Possível pauta-bomba

Análise do texto: Impõe custos às operadoras de planos privados (reembolsos, atendimento fora da rede, transporte, hospedagem) sem indicar compensação orçamentária ou fonte de financiamento para cobrir essas obrigações.

Conexões com outras leis

Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.

  • RegulamentaAgência Nacional de Saúde Suplementar (ANASA)

Relações extraídas por IA a partir do texto — podem conter imprecisões.

Autoria

Rosangela GomesEm exercício
REPUBLICANOS · RJ · Câmara

Ementa

Ver inteiro teor (documento oficial)↗

Nenhuma votação registrada para esta proposição ainda.

O que você acha?

Você é a favor desta proposição?

Seja o primeiro a opinar

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro.

Fonte: dados oficiais da Câmara dos Deputados e Senado Federal