Proteção do BPC de crianças com deficiência quando pais trabalham
Ementa oficial:Altera a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS), para incentivar a inserção no mercado de trabalho dos pais ou responsáveis legais por crianças e adolescentes com deficiência beneficiários do Benefício de Prestação Continuada – PBC, sem a perda imediata do beneficio assistencial.
Status
—
Apresentada em
12/08/2026
Última votação
—
Tema
Direitos Humanos e Minorias · Previdência e Assistência Social · Trabalho e Emprego
Em resumo
O projeto altera a Lei Orgânica da Assistência Social para que os pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) possam trabalhar e ganhar até dez salários mínimos sem perder imediatamente o benefício do filho. Também permite descontar despesas comprovadas com tratamento da deficiência (terapias, medicamentos, transporte, cuidadores) na hora de calcular se a família é elegível para o benefício.
A renda mensal do pai/mãe/responsável por criança com deficiência beneficiária de BPC não é contada no cálculo da renda familiar até o limite de dez salários mínimos
Benefício mantido enquanto a criança tiver menos de 18 anos, a deficiência persistir e o responsável estiver trabalhando formalmente ou como contribuinte individual
Despesas permanentes com tratamento (terapias, medicamentos, transporte, cuidadores, alimentação especial) podem ser deduzidas do cálculo da renda familiar
INSS faz apenas verificação documental do vínculo empregatício; não pode suspender o benefício por razão exclusiva da renda do responsável
Lei entra em vigor na data de publicação
Temas identificados pela OlhoNaLei
incentivo ao trabalho formaldeduções de despesas com deficiênciaproteção social familiarinclusão produtiva
Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.
Possível pauta-bomba
Sinalização automática de risco fiscal — cria ou expande despesa, ou renuncia receita, sem fonte de custeio nomeada no texto. Não é uma afirmação categórica; confira a estimativa oficial de impacto orçamentário.
⚠️ Possível pauta-bomba
Análise do texto: Ao desconsiderar renda do responsável e permitir dedução de despesas, aumenta o acesso ao BPC e o tempo de permanência no benefício, ampliando despesa assistencial sem indicar fonte de custeio.
Conexões com outras leis
Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.
Acrescenta aLei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS)
Relações extraídas por IA a partir do texto — podem conter imprecisões.
Altera a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS), para incentivar a inserção no mercado de trabalho dos pais ou responsáveis legais por crianças e adolescentes com deficiência beneficiários do Benefício de Prestação Continuada – PBC, sem a perda imediata do beneficio assistencial.