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PL 6423/2025 · Senado Federal

Marco regulatório para atividades de inteligência do Estado

Ementa oficial:Dispõe sobre aspectos gerais da Inteligência no Estado brasileiro, e altera a Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999, a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997.

Status
INCLUÍDA EM ORDEM DO DIA
Apresentada em
15/12/2025
Última votação
—
Tema
Defesa do Estado e das Instituições Democráticas · Segurança Pública · Servidores Públicos · Transparência e Governança Públicas

Em resumo

O projeto estabelece um marco regulatório geral para atividades de inteligência no Estado brasileiro, definindo conceitos, procedimentos e garantias. Cria limites e controles sobre coleta de dados, operações encobertas e uso de identidades fictícias por agentes de inteligência, com supervisão judicial e do Congresso. Também tipifica crimes contra agentes de inteligência.

  • Define Inteligência como função de Estado: processos, produtos e estruturas para obtenção, análise e difusão de conhecimentos destinados ao assessoramento de autoridades, em defesa da soberania e das instituições democráticas.
  • Órgãos de inteligência poderão acessar dados cadastrais (endereço, filiação) e registros de transporte, telefonia e internet sem autorização judicial; acesso a comunicações pessoais exige ordem judicial.
  • Operações de inteligência (obtencão de dados negados, contrainteligência, influência legítima) devem ser autorizadas pelo dirigente máximo do órgão, submetidas a controle interno e fiscalização do Congresso.
  • Técnicas e meios sigilosos excepcionais (monitoramento remoto de celulares, afastamento de sigilo financeiro/bancário/fiscal) exigem autorização judicial prévia, limitadas a 90 dias (renováveis), para casos de extremismo, terrorismo, espionagem, interferência externa, sabotagem e ameaças cibernéticas.
  • Agentes de inteligência podem usar identidades fictícias com autorização judicial, preservando segurança pessoal e efetividade operacional; identidades fictícias podem ser mantidas após encerramento da operação se de interesse público.
  • Tipifica crimes: revelar identidade de agente (2 a 6 anos de prisão), obstar operação (6 meses a 2 anos), divulgar informações de fontes humanas (2 a 4 anos); pena aumentada em 1/3 se expor agente a governo estrangeiro ou se praticado por agente público.

Temas identificados pela OlhoNaLei

Inteligência e contrainteligênciaProteção de dados e vigilânciaMonitoramento remoto (spyware)Operações encobertasIdentidades fictíciasAcesso a dados de transporte e comunicaçõesCrimes contra agentes de inteligênciaAutorização judicial para técnicas sigilosas

Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.

Conexões com outras leis

Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.

  • AlteraLei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990
  • AlteraLei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997
  • AlteraLei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999
  • AlteraLei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011
  • CitaLei nº 9.807, de 13 de julho de 1999
  • RegulamentaLei nº 12.965, de 23 de abril de 2014

Relações extraídas por IA a partir do texto — podem conter imprecisões.

Autoria

  • Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência · Comissão do Congresso

Ementa

Dispõe sobre aspectos gerais da Inteligência no Estado brasileiro, e altera a Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999, a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997.

Ver inteiro teor (documento oficial)↗

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