OlhoNaLeiComo vota o Congresso Nacional?
InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
Câmara · Senado
InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
OlhoNaLei

Tornamos as decisões da Câmara e do Senado acessíveis e compreensíveis. A linguagem legislativa não deve afastar o cidadão de seus representantes.

Projeto independente de acompanhamento legislativo. Não é um serviço governamental: não tem vínculo com o governo, partidos, o Congresso Nacional ou qualquer órgão público. A curadoria, os resumos e as análises são de nossa responsabilidade e não representam posição oficial de nenhum poder.

InícioProposiçõesParlamentaresNotícias
InstitucionalSobreMetodologiaFontes dos dadosDicionário legislativoContatoAlertas por e-mailPrivacidadeTermos de uso

Fonte: dados oficiais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, via seus portais de dados abertos. Este site não é afiliado a essas instituições.

© 2026 OlhoNaLei

  1. Início›
  2. Proposições›
  3. PL 768/2026

PL 768/2026 · Câmara dos Deputados

Proteção contra abuso sexual de menores: veda relativização da vulnerabilidade

Ementa oficial:Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, e a Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 – Código de Processo Civil, para reforçar a proteção integral de crianças e adolescentes.

Status
—
Apresentada em
25/02/2026
Última votação
—
Tema
Direito Civil e Processual Civil · Direito Penal e Processual Penal · Direitos Humanos e Minorias

Em resumo

O projeto altera o Código Civil e o Código de Processo Civil para reforçar a proteção de crianças e adolescentes menores de 14 anos contra abuso sexual. Proíbe reconhecer qualquer relação afetiva, convivência ou núcleo familiar com menores de 14 anos para fins civis, e veda que juízes usem fatores como "vínculo afetivo" ou "existência de prole" para relativizar a vulnerabilidade em casos de violência sexual contra crianças.

  • Reforça incapacidade civil absoluta de menores de 14 anos: não pode ser relativizada por alegação de maturidade, experiência sexual ou relação afetiva
  • Veda reconhecimento jurídico de relacionamentos afetivos, unidades estáveis, convivência ou núcleo familiar com menores de 14 anos para qualquer finalidade (sucessória, previdenciária, registral, indenizatória)
  • Proíbe juízes de afastar presunção de vulnerabilidade com base em vínculo familiar, convivência, relacionamento afetivo, gravidez ou prole em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes
  • Nulifica decisões judiciais que usem experiência sexual prévia, comportamento social ou contexto familiar para descaracterizar vulnerabilidade em crimes sexuais contra menores
  • Cria nulidade de sentença que relativize a incapacidade absoluta de menores de 14 anos mediante fundamentos como 'consensualidade' ou 'núcleo familiar consolidado'

Temas identificados pela OlhoNaLei

abuso sexual de menoresvulnerabilidade etária absolutacapacidade civil de criançasjurisprudência em estupro de vulnerávelsegurança jurídica em proteção de menores

Resumo e temas gerados por inteligência artificial a partir do texto da proposição — podem conter imprecisões.

Conexões com outras leis

Normas e proposições que esta altera, revoga, acrescenta, regulamenta ou cita — identificadas por IA. Quando a lei citada nasceu de um projeto que temos na base, ele vira um link.

  • AlteraLei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil)
  • AlteraLei nº 13.105, de 16 de março de 2015 (Código de Processo Civil)
  • CitaConstituição Federal, art. 5º, XXXIX (legalidade penal)
  • CitaSúmula 593 do STJ

Relações extraídas por IA a partir do texto — podem conter imprecisões.

Autoria (2)

Fernanda MelchionnaEm exercício
PSOL · RS · Câmara
Sâmia BomfimEm exercício
PSOL · SP · Câmara

Ementa

Ver inteiro teor (documento oficial)↗

Nenhuma votação registrada para esta proposição ainda.

O que você acha?

Você é a favor desta proposição?

Seja o primeiro a opinar

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro.

Fonte: dados oficiais da Câmara dos Deputados e Senado Federal